Lançamento do livro O ERRO nosso de cada dia. Dia 10/11/2016 das 19h às 22h – De autoria do Dr. Wimer Bottura Junior.

Endereço: Rua Bahia, 843 – Higienopolis
Estacionamento dos dois lados da rua.

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As outras vias da ansiedade e da impulsividade

As outras vias da ansiedade e da impulsividade

A compreensão dos mecanismos neurobiológicos associados à regulação do medo é essencial para o desenvolvimento de novos tratamentos nos transtornos de ansiedade como fobias, pânico e transtornos do estresse pós-traumático.

Um trabalho realizado por pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra, na Espanha, apresentou achados que sugerem que substâncias denominadas orexinas, também conhecidas como hipocretinas, estão envolvidas na regulação da ansiedade. As orexinas são neuropeptídios localizados exclusivamente nos neurônios hipotalâmicos e têm extensas projeções por todo o sistema nervoso central, sendo que, antes, achava-se que elas estavam envolvidas apenas na regulação do comportamento alimentar. Agora, descobriu-se que também têm participação na expressão e extinção das lembranças do medo. Descobriu-se que, uma vez adquirido o temor, os neurônios de orexina preservam o medo.

O processo é regulado por meio de um mecanismo que envolve diretamente o receptor orexina OX1R. Em ausência de estresse, as orexinas são essenciais na manutenção dos estados de vigília e de alerta. Em situações de estresse, em contrapartida, são responsáveis pela mobilização adaptativa ao estresse. O estudo demonstrou que distúrbios associados com a regulação das vias de orexinas levam a doenças associadas à ansiedade generalizada ou com problemas de processamento do medo, como fobias, transtorno do pânico e do estresse pós-traumático. Além disso, estudos anteriores já demonstraram a eficácia de antagonistas duplos OXR quanto ao tratamento da insônia.

Assim sendo, o sistema das orexinas pode ser uma nova opção para o tratamento dos distúrbios ligados à ansiedade, onde novos fármacos poderão atuar no futuro.

Fonte: África Flores et al, Orexina and fear: implicaciones for the treatment of anxiety disorders. Trends in Neurosciences, 24 de julio, doi:10.1016/j.tins.2015.06.005

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Há fatores preditores para o uso de determinados remédios?

Há fatores preditores para o uso de determinados remédios?

A Esquizofrenia é uma doença psicótica, ou seja, os indivíduos portadores não conseguem distinguir realidade e fantasia, havendo frequentemente quadros com delírios, por exemplo. De modo geral, essa doença surge no final da adolescência e início da vida adulta, sendo que o histórico familiar é algo importante durante o diagnóstico.

Uma pesquisa realizada no King’sCollege, em Londres, procurou estabelecer quais seriam os fatores preditores, para o uso de clozapina, presentes nos casos de esquizofrenia de início precoce que começam na infância ou adolescência, já que esses pacientes não costumam responder aos tratamentos mais convencionais para a esquizofrenia. Esse fármaco é um anti-psicótico cujo mecanismo de ação é a inibição de neurorreceptores dopaminérgicos e serotoninérgicos.

Foi realizado um estudo de base populacional, averiguando-se os casos de esquizofrenia precoce entre 1994 e 2006, caracterizando-se perfis demográficos, clínicos e de tratamento. Foram identificados 662 casos dos quais 108 (17,6%) tinham iniciado clozapina em 2008. O intervalo médio entre o primeiro tratamento antipsicótico e o início da clozapina era de 3,2 anos. Os fatores preditores significativos para o uso desse fármaco foram a idade ao diagnóstico da esquizofrenia, histórico familiar dessa doença e tentativa de suicídio. A maioria dos pacientes (96,88%) que receberam clozapina pareceu ter uma resposta clínica favorável.

Dessa forma, portanto, o uso desse medicamento nesses pacientes com esquizofrenia precoce parece ser uma boa estratégia terapêutica, apresentando resultados favoráveis.

Fonte: Carolina Schneider et al, Clozapine use in childhood and adolescent schizophrenia: A nationwide population-based study. European Neuropsychopharmacology. June 2015Volume 25, Issue 6, Pages 857–863. DOI: http://dx.doi.org/10.1016/j.euroneuro.2015.02.003

 

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Alterações na cognição social presentes nos indivíduos com Transtorno por Déficit de Atenção

Alterações na cognição social presentes nos indivíduos com Transtorno por Déficit de Atenção

O Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma enfermidade consideravelmente prevalente nos dias atuais. De modo geral, surge na infância e pode permanecer em alguns indivíduos até a idade adulta. Os sintomas mais comuns são diminuição na capacidade de concentração, impulsividade e hiperatividade. Os mecanismos fisiopatológicos envolvidos ainda não foram totalmente elucidados.

Um estudo realizado na Universidade de Toronto procurou avaliar possíveis alterações quanto à cognição social, sendo realizada uma metanálise de estudos que compararam indivíduos sãos, com TDAH e com autismo, de modo a identificar padrões presentes nesses pacientes em específico.

Aos que participaram, então, lhes foram apresentadas fotos comexpressões faciais das mais diversas emoções e sentimentos, sendo que os indivíduos deveriam reconhecer cada expressão. Os autistas foram os que obtiveram o pior resultado, sendo que os que foram diagnosticados com TDAH obtiveram desempenho abaixo da média. De modo geral, esses pacientes não reconheceram uma boa parte das expressões faciais, com exceção da ira e do temor.

Assim sendo, os pacientes com TDAH também podem ter algum tipo de transtorno por conta de dificuldades associadas ao convívio social, o que deve ser incluído, portanto, na terapêutica a ser determinada.

Fonte: E. Bora et al, Meta-analysis of social cognition in attention-deficit/hyperactivity disorder (ADHD): comparison with healthy controls and autistic spectrum disorder. Psychological Medicine. 28 December 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.1017/S0033291715002573

  1. AlmendralDoncel et al, Prevalencia y tipología de las alteracioneselectroencefalográficasen el trastornopordéficit de atención con hiperactividad.PediatríaAtenciónPrimaria. vol.16 no.64 Madrid oct.-dic. 2014 http://dx.doi.org/10.4321/S1139-76322014000500003

 

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O Eletroencefalograma e as disfunções associadas aos quadros de depressão

O Eletroencefalograma e as disfunções associadas aos quadros de depressão

A Depressão Maior é um transtorno do humor prevalente nos dias atuais, principalmente, nos grandes centros urbanos. Quanto aos sintomas, de modo geral, há alterações do sono, irritabilidade, labilidade emocional, alterações do sono, diminuição da concentração, baixa auto-estima, entre outros. A fisiopatologia dessa doença ainda não está totalmente esclarecida.

Um estudo realizado pela Universidade de Harvard, nos EUA, procurou avaliar possíveis alterações num exame chamado eletroencefalograma (EEG), de modo a investigar se não haveria alterações específicas que fossem características em indivíduos diagnosticados com depressão.

Assim sendo, o EEG foi realizado nesses indivíduos em repouso, sendo que foram identificados três tipos de alterações agrupadas num “fenótipo” associado a alterações comportamentais e neurológicas específicas.  O primeiro seria o neuroticismo, indivíduos que têm tendência a sintomas emocionais negativos a longo prazo, associado a alterações específicas em uma região chamada córtex cingulado anterior ventral e córtex orbitofrontal. Outro grupo, foram os que apresentavam redução do controle cognitivo, associada a uma redução da atividade em região do córtex cingulado anterior dorsal e aumento na atividade do córtex pré-frontal dorsolateral direito. O último grupo, caracterizado por pela redução da aprendizagem por recompensa, apresentou menor atividade no córtex orbitofrontal e córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo.

Esse estudo, portanto, visa avaliar disfunções geralmente associadas aos quadros depressivos e tentar encontrar alterações específicas que podem ser identificadas e que facilitem o manejo terapêutico.

Fonte: Christian A Webbet al, Neural Correlates ofThreePromisingEndophenotypesofDepression: Evidencefromthe EMBARC Study. Neuropsychopharmacology (2016) 41, 454–463; doi:10.1038/npp.2015.165; published online 1 July 2015

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A saúde mental das mulheres portadoras de Endometriose

A saúde mental das mulheres portadoras de Endometriose

A Endometriose é uma doença ginecológica e que tem como fisiopatologia a presença de endométrio fora da cavidade uterina, podendo estar presente nas alças intestinais, bexiga, cavidade abdominal, entre outros locais. É uma doença que pode causar grandes prejuízos para as pacientes, já que causa cólicas muito fortes, dor durante o ato sexual e infertilidade.

Pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, procuraram avaliar o perfil psicológico dessas pacientes, avaliando outros sintomas que não estivessem atrelados à especialidade ginecológica.

Nesse estudo, foi avaliada a qualidade de vida, os níveis de ansiedade e a depressão em 110 pacientes com endometriose diagnosticada, sendo comparadas com um grupo controle de mulheres normais. De todos esses parâmetros, a dor genital foi o fator que mais contribuiu para uma piora na saúde mental dessas pacientes. De modo geral, essas mulheres apresentam quadros mais importantes, principalmente, de depressão.

A endometriose, portanto, deve ter como tratamento uma abordagem mais ampla e que não contemple apenas as queixas ginecológicas, mas que aborde a mulher procurando-se diagnosticar e tratar distúrbios ligados à saúde mental.

Fonte: FedericaFacchinet al, Impactofendometriosisonqualityoflifeand mental health: pelvicpainmakesthedifference.JournalofPsychosomaticObstetrics&Gynecology, 2015; 36 (4): 135 DOI: 10.3109/0167482X.2015.1074173

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Proteínas carreadoras de lipídeos e a Doença de Alzheimer

Proteínas carreadoras de lipídeos e a Doença de Alzheimer

Os quadros demenciais são consideravelmente prevalentes nos dias atuais, sendo que uma parte considerável deles está relacionada com a senescência, processo esse normalmente relacionado com o envelhecimento. Uma outra parte está relacionada com doenças nerodegenerativas, a exemplo da Doença de Alzheimer, cuja fisiopatologia ainda não está totalmente elucidada. O principal sintoma é a perda de memória recente, mas há outros, como alterações de comportamento, perda de noção de tempo e espaço, etc.

Pesquisadores da Fundação Pública Andaluza para Investigação Biosanitária, em Andaluzia, procuraram realizar um levantamento de proteínas transportadoras de lipídeos no cérebro, comparando indivíduos normais e portadores da Doença de Alzheimer. A apolipoproteínaE (APOE) é a mais importante, sendo que há 3 alelos, e2, e3 e e4.

Após analisar os líquidos cefalorraquisianos de indivíduos normais e portadores de doença de Alzheimer, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a apolipoproteína e4 ocorria em 15% na população normal e em 40% da população portadora dessa doença.

Dessa forma, ainda que de forma pouco elucidativa, essa proteína carreadora de lipídeos pode ter relação com a fisiopatologia da Doença de Alzheimer, sendo um potencial alvo terapêutico a ser pesquisado.

Fonte: Shannon L. Risacheret al, APOE effectonAlzheimer’sdiseasebiomarkers in olderadultswithsignificantmemoryconcern. Alzheimer´s&Dementia. December2015Volume 11, Issue 12, Pages 1417–1429

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A Depressão Maior apresenta um componente inflamatório importante

A Depressão Maior apresenta um componente inflamatório importante

A Depressão Maior é uma das doenças mais prevalentes da atualidade, causando importantes limitações para o indivíduo. De modo geral, os sintomas são baixa auto-estima, mudanças no humor, choro mais frequente, labilidade emocional, dificuldade de concentração, alterações do sono, entre outros.

Uma equipe da Universidade de Granada procurou estudar os pacientes portadores de depressão avaliando-se outros parâmetros. De modo geral, sua hipótese é que uma parcela da fisiologia dessa doença envolvia componentes inflamatórios e que esses poderiam ter papel crucial no estabelecimento da doença, o que determinaria que essa enfermidade tem caráter sistêmico, o que explicaria o fato de que os indivíduos depressivos apresentam maiores co-morbidades se comparados com a população em geral, segundo alguns estudos.

Os pesquisadores realizaram uma metanálise de 29 estudos que incluíam 3961 pessoas, avaliando as alterações inflamatórias ocorridas. Após a análise, perceberam que havia um desequilíbrio em relação à população sem essa doença quanto aos parâmetros de estresse oxidativo, principalmente o malondialdeído, além da diminuição das substâncias que atuam como anti-oxidantes. Foi averiguado que após o tratamento da depressão, os níveis de malondialdeído caíram significativamente, até níveis considerados muito próximos da normalidade.

Assim sendo, há um componente inflamatório na Depressão e que deve ser melhor estudado, já que acaba por estabelecer uma condição sistêmica quando na presença dessa enfermidade ligada à saúde mental.

Fonte: Jiménez-Fernández S, Gurpegui, M, Díaz-Atienza F, Pérez-Costillas L, Gerstenberg M, Correll CU. Oxidative stress andantioxidantparameters in patientswith major depressivedisordercomparedtohealthycontrolsbeforeandafterantidepressanttreatment: Resultsfrom a meta-analysis. JournalofClinicalPsychiatry 2015; 76

 

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Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

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Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingPr

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

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Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

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Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

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Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

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Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

Nova sonda bioquímica pode auxiliar no diagnóstico da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

O fato é que, até o momento, essas estruturas não podiam ser identificadas, sendo que o diagnóstico da Doença de Alzheimer é basicamente clínico. Esses pesquisadores, então, encontraram uma forma de identificarem essas estruturas proteicas, utilizando-se sondas fluorescentes que apontam um sinal mais forte quando estão presentes.

Ainda não se sabe ao certo a aplicabilidade dessa nova ferramenta diagnóstica laboratorial, mas poderá ser um meio mais eficaz de se diagnosticar essa doença, mesmo em casos em que a clínica ainda não tenha se estabelecido ainda.

Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

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Fonte: NethaniahDorhet al, BODIPY-BasedFluorescentProbes for SensingProteinSurface-Hydrophobicity. ScientificReports, 2015; 5: 18337 DOI: 10.1038/srep18337

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A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

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A Doença de Alzheimer é de prevalência considerável e leva a um quadro de demência que traz grandes prejuízos aos indivíduos. O principal sintoma conhecido pela população leiga é a perda de memória recente, mas outros também podem surgir, como alterações de comportamento, perda de noção quanto ao espaço e tempo, entre outros.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Michigan procuraram estudar algumas proteínas presentes nessa doença. Há, conhecidamente, a formação de algumas estruturas proteicas formadas por proteína tau, sendo que essas estruturas estão associadas com essa doença.

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Descoberta nova proteína envolvida na Doença de Alzheimer

Descoberta nova proteína envolvida na Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é cada vez mais prevalente nos dias atuais e tem influência negativa nas atividades diárias dos pacientes. De modo geral, essa é uma doença de cunho degenerativo, em que há, principalmente, perda de memória recente, podendo haver alterações de comportamento e déficit cognitivo.

Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, procuraram estudar alterações bioquímicas que pudessem estar relacionadas com a fisiopatologia dessa doença. Utilizando-se tecido cerebral post-mortem, os pesquisadores estudaram uma proteína no cérebro chamada molécula de adesão de célula neuronal 2, ou NCAM2, que conecta fisicamente as membranas que constituem a sinapse, estabelecendo a comunicação entre os neurônios.

Em relação aos resultados, eles descobriram que as concentrações dessa proteína eram menores numa região do cérebro chamada hipocampo, estrutura diretamente ligada a funções como a memória. Em estudos com animais de laboratório, os pesquisadores também demonstraram que essa proteína era degradada por uma outra chamada beta-amiloide, sendo essa o principal componente das placas que se acumulam no cérebro dos que possuem essa doença.

Assim sendo, esses são os primeiros passos para se descobrirem como são os mecanismos de degeneração que ocorrem na Doença de Alzheimer e como se poderia evitar esse processo.

Fonte: IrynaLeshchyns’kaet al, Aβ-dependentreductionof NCAM2-mediated synapticadhesioncontributestosynapseloss in Alzheimer’sdisease. Nature Communications, 2015; 6: 8836 DOI: 10.1038/ncomms9836

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